quarta-feira, 7 de agosto de 2013
O Papa Francisco de mentirinha
quarta-feira, 6 de março de 2013
Democracia de mentira
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
O bom cristão é contra os homossexuais.
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Censo 2010, o retrato do Brasil, ou não

terça-feira, 22 de junho de 2010
É que fracasso me subiu à cabeça.
Em Goiânia está deflagrado um movimento de greve dos professores municipais. Os professores estão pedindo plano de carreira para os agentes educacionais, isto é, os funcionários responsáveis pela limpeza, pela merende, pelas rotinas administrativa da escola e também estão pedindo para que o a prefeitura pague o piso nacional para professores, que é atualmente é R$1312,85.
Bem, a Prefeitura naturalmente não vai pagar e olha que o prefeito é do PT e professor licenciada da Faculdade de Medicina da UFG. A alegação é a clássica, o Município não tem dinheiro para isso, apesar da ampla propaganda patrocinada pela Prefeitura na Televisão e no Rádio.
Semana passado os professores se aglomeraram em frente a Secretaria Municipal de Educação e a Guarda Municipal expulsaram os professores com cacetes e spray de pimenta. O que me deixa irritado nisso não é tanto a truculência do Estado ou a hipocrisia política e sim a visão da população.
Não sei se a imprensão minha, mas tanto quanto dizer que uma ditadura gay, censura a imprensa está surgindo, parece que chamar qualquer aglomeração agora também é terrorismo e está todo mundo dizendo que os professores são terroristas e principalmente egoístas, estão pensando só no bem deles, que se estão insatisfeitos que vá empacotar compras no supermercado.
Li isso em algumas comunidades do Orkut.com e novamente outro soco na barriga me veio e aquela pergunta de sempre: “Mas você vai ser professor?”
Quem dera se os professores pensassem só neles, esse que é o problema, todo mundo acha e até mesmo alguns professores que o Magistério rima com Sacerdócio e não é. Professores também tem necessidades, também são bombardeados pelo consumismo, também precisam atender com dignadidade as boas condições de vida e material.
O que me estarrece é a opinião alienada das pessoas que atribuem o fracasso da Educação somente aos professores, quando ele é atribuído a todos entes. A superciliadade das ideias são tantas que usam terminologias da moda como terroristas para causarem efeito e sequer vão em cima do Estado exigir, como os professores, que embora existam muitos desmotivos sim, estão em busca de alguma melhoria.
Pior é o Prefeito no Twitter imaginar que o problema da Educação seja resolvido apenas com verba, verba e mais verba. Lisongeado ele diz que a Prefeitura gasta 26% do orçamento com Educação. Enquanto gestor público deveria ele pensar que Educação também é uma questão de planejamento e acompanhamento.
Depois esbulgalham os olhos porque eu passo em um concurso público e me sinto derrotado mesmo assim. Eu que me prepare, porque na rede Estadual de ensino, salários, condições de trabalho, interesses em resolver as questões por parte dos professores e ingerência política, principalmente com a volta eminente de Marconi Perillo, vão ser bem piores.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Sem chão
O dia 18 de maio de 2010 não vai sair da minha cabeça. Levarei-o pelo resto da minha vida, para bem ou para mal. Talvez, e eu quero, que ele sirva para que eu dê risadas para quando eu souber mais do que sei hoje. Mas rir agora do que houve na manhã da terça-feira eu não consigo.
Meu otimismo acabou ou entrou em um eclipse que tomara não perdurar até domingo, dia da prova do concurso da Secretaria Estadual de Educação. Queria fazer a prova inspirado. De toda forma farei a prova, mesmo que eu não queira nunca mais saber de sala de aula, pelo menos por agora. Mas farei para que minha razão não me cobre por uma burrada que fiz num passado de emoção.
Na terça-feira foi a tomada de consciência da minha incompetência, inexperiência após um massacre perpretados por um monte de pré adolescentes. Daquela aula saí sem chão, sem instrumentos, sem norte ou horizonte e pensando que não é tarde para mudar de curso.
Talvez seja desespero meu, mas me sinto desolado, quatro anos para tão pouco. Concurso safado, governador safado, tempo novo safado, país falido. Ninguém se importa com Educação, embora todos devessem. Salário de fome, estudar tanto para no final das contas ganhar R$1314,00 por 40 horas. Outra secretaria do estado, a da Saúde, está pagando 1200 e qualquer coisa para quem tem ensino fundamental trabalhar de recepcionista.
E o Estado ainda quer que os jovens façam licenciatura? Quem vai fazer licenciatura? Talvez um tapado como eu lá por volta dos 17 anos confundindo paixão por uma ciência que mal conheça e os afãs messiânicos para com o futuro do país e da Educação. Que se danem a Educação, o futuro dos outros, assim também os seus filhos. Sequer preocupam com seus filhos.
Quem se importa? Nem mesmo os próprios professores em muitas das vezes com suas atuações mediocres, seus salários de fome e com suas ilusões. Olha só, até o concurso para contratação de professores foi prorrogado.
A Secretaria Estadual da Educação protegeu os alunos, eles não precisam usar uniforme, não precisam chegar no horário, não podem ser expulsos ou reprovados. O Ministério Público não deixa reprovar aluno. Também não deixa expulsar. O Ministério Público é ótimo, com leis e as leis falam que ninguém pode ser expulso da escola porque isso é cercear o acesso a Educação. O Ministério Público entende de Leis, mas as Leis não entendem de Educação.
O Ministério Público deveria tomar no cu. O Ministério Público não, todo mundo, dos mais endiabados dos alunos até as pessoas do horário política, deveria tomar no cu quando o assunto é educação. Aquela velha morfética falando das escolas modelos deveria ser a primeira e a adolescente falando das escolas em tempo integral merecia um implante de cerébro, além de tomar no cu.
As escolas modelos não tem papel A4, as escolas em tempo integral não tem refeitorio e nem duchas. Além disso o Ministério Público não sabe nada de Educação, se souber deve ser aquela visão romântica do Içami Tiba. Na prática a realidade é outra. Foi lá onde eu tomei no cu e não gostei. Por isso todo mundo que fala assim da educação deveria tomar no cu como eu tomei e vou continuar tomando. Até quando eu não sei.
Uma que deveria tomar no cu também é secretária estadual da educação. Odeio o gerundismo dela, além disso ela se veste mal, todo mundo vê que ela veste Renner misturada com Riachuelo, coisa mais classe C alienada querendo pagar de Classe B, usando daquilo que a Classe B acha barato e feio e é mesmo. Odeio aquela cara de perua botolínica. Todo criminoso deixa uma assinatura. Cirurgiões plásticos também porque tem várias não emparentadas da secretária com o mesmo sorriso.
terça-feira, 4 de maio de 2010
Escrevendo um artigo de opinião
Não é segredo que tenho me comunicado com alguns jovens crentes pertencentes a uma igreja inclusiva, apesar do meu “materialismo”. Ontem conversava com o Pr. Patrick Bomfim e numa tempestade mental ele pediu que eu escrevesse sobre concessões públicas de rádio e televisão para grupos religiosos. Escrevi o artigo abaixo, nesse eu me esforcei na clareza e principalmente na gramática.
Aqui está o link para quem quiser lê-lo no blog da Igreja Ministério Nação Agápe.
Espero que gostem.
O USO DE CONCESSÕES PÚBLICAS POR DENOMINAÇÕES RELIGIOSAS
“Num passado remoto eu perdi meu controle”
(Música: Xáneu 5; Artista: O Teatro Mágico)
Toda aplicação sem fio precisa de espectro eletromagnético para funcionar, tanto o controle remoto de um portão eletrônico até as transmissões das emissoras abertas de rádio e televisão. No entanto, os espectros eletromagnéticos são bens públicos, recursos naturais cujas utilizações devem atender aos interesses dos cidadãos. Sendo assim não devem escapar dessa premissa nem mesmo os conteúdos transmitidos por nossas emissoras abertas de rádio e televisão, já que elas utilizam espectros que são públicos.
Porém não é segredo, que em geral, os conteúdos de nossas emissoras abertas de rádio e, em maior parte, de televisão não vão de encontro aos interesses públicos como a promoção da educação, das artes, da cultura, da informação, dos valores éticos e sociais da pessoa, entre outras determinações encontradas na Constituição Federal. Os programas religiosos não são diferentes, apesar da credibilidade que a Fé em Deus possuí, pois esses programas também abusam da permissividade que tanto a Sociedade como o Estado têm apresentado para com os conteúdos abertos.
Assim sendo é notável líderes religiosos promovendo suas pessoas e aderindo ao estrelismo, utilizando o Deus que as pessoas acreditam para promoverem marcas, produtos e serviços. Não só isso! É ainda mais preocupante tolerar os programas religiosos abusarem do desespero e da ignorância, tanto cientifica como teológica, das pessoas e lhes fazerem promessas mirabolantes e imediatistas para os seus problemas. Além do mais, a mistura se torna perigosa, pois se utiliza a credibilidade religiosa para dar como verdades inquestionáveis as visões e os interesses particulares de líderes, o que além de antidemocrático, custa em muitos casos preconceitos, conflitos interpessoais, fanatismos e afins.
No entanto essa questão é delicada. Temos como exemplo a recente medida do Ministério da Justiça que classificou como impróprio para o período anterior às 20:00 horas, o programa Vitória em Cristo, apresentado pelo pastor extremista Silas Malafaia. De acordo com o sítioDikerama.uol.com.br, o MJ considerou o programa inapropriado “porque contém ‘linguagem depreciativa e conteúdos verbais que expõem lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros a situações humilhantes ou degradantes’”.
Se por um lado têm se uma evolução ao mostrar que a Sociedade – aqui entendida como todos cidadãos independentes de crença individual, classe social, origem, condição sexual, posicionamento político, raça e afins – quer controle e responsabilidades maiores sobre o conteúdo aberto da televisão, por outro temos o reacionarismo típico de quem está perdendo privilégios. Sabendo do histórico sectarista de Silas Malafaia, nada mais previsível do que suas falas acusando tal ação como intolerante, preconceituosa, censura e contrária a liberdade religiosa convocando assim aos fiéis de sua denominação a pensarem como ele. Claro que Malafaia está se fazendo de vítima e requisitando para si um papel que não condiz com seus atos, mas o comportamento expresso pelo pastor em relação à ação do MJ demonstra a profundidade da questão.
Sendo assim, tanto como não é possível acreditar na máxima de que o mercado vai se autorregulamentar e assim tirar do ar a programação sensacionalista, degenerativa, o humor de preconceito, o jornalismo fajuto e manipulado, entre outras coisas nas emissoras não confessionais, também não é possível acreditar que a liberdade de culto religioso ou de expressão, permita que seja dito qualquer coisa à rebelia em programas e emissoras confessionais.
Dessa forma, o que se quer aqui é exigir controle sobre o conteúdo das emissoras confessionais abertas e questionar se elas devem existir nesse caráter, aberto, já que os espectros utilizados por elas são bens públicos de um Estado que é laico para respeitar as diferentes religiosidades existentes, são bens públicos que esse Estado entrega à iniciativa privada esperando que a sua exploração atenda as funções dos serviços públicos de rádio e televisão.
Assim sendo, é necessário empreender ações que combatam não só os questionáveis hábitos de saúde e alimentação, padrões comportamentais e de beleza, a desvalorização da mulher e de seu corpo, a desvalorização do ser humano e a exploração de seu sofrimento, o consumismo dirigido às crianças, um grupo que não possui o discernimento dos adultos; entre outras coisas. É necessário também questionar e empreender medidas a respeito da programação e das emissoras religiosas.
É necessário que a Sociedade exija transparência, maior participação e acima de tudo poder nas definições a respeito da exploração dos serviços de rádio e televisão aberta. Também é necessário que a Sociedade reflita a respeito da entrega, da utilização e da renovação de concessões aos grupos radiodifusores – que no Brasil tem atendido historicamente às barganhas e às influências econômicas e políticas – principalmente os religiosos, que se mostram abusivos e extremistas sem serem questionados pelos seus próprios fiéis, já que esses acreditam que questioná-los é questionar a Deus e assim sendo, um pecado. Tudo isso é necessário, mesmo que signifique inclusive proibir as emissoras confessionais.
Felizmente já dispomos de caminhos para isso. Sob o lema “Quem financia a baixaria é contra a cidadania” o fórum “Ética na TV” congrega vários grupos da Sociedade civil interessados em denunciar os abusos cometidos em nossa mídia aberta. O fórum indica a linha 0800 619 619 e o próprio sítio,www.eticanatv.org.br, para quem estiver interessado em fazer denuncias, críticas, elogios e sugestões.
domingo, 4 de abril de 2010
Sobre a política SIM
Leio blogs e em alguns vejo seus autores se posicionando contrários à dimensão política que é dada à nossa sexualidade. Respeito as opiniões, só não me convenço delas, porque não acredito que a homossexualidade em meio a nossa conjuntura não envolva questões políticas. Também não acredito que seja viável aos homossexuais viver e manifestarem de forma plena suas sexualidades sem utilizar de política.

Talvez falte em nós, pessoas vivendo em sociedade, empatia e assim entendermos que não é porque algo não nos é útil, ou aparemente inútil, é que elas vão ser desnecessárias. Por causa disso aceitamos justificarem que é mais importante cuidar das crianças morrendo graças ao tráfico de drogas do que dos homossexuais mortos a quase dois dias no Brasil, como se um atrapalhasse a resolução do outro.
Não que eu vá adotar uma criança, até mesmo porque do fundo do meu coração não gosto muito de criança, mas não vejo como errado casais homossexuais requisitarem esse direito. E pode ser que muitos homossexuais não se interessem por isso, mas eu pretendo me casar com alguém no melhor estilo que seja infinito enquanto dure e ter com tal homem os mesmos direitos que um casal heterossexual tem, sem para isso precisar acionar Ministério Público, ir aos sensacionalistas jornalecos regionais do horário do almoço, mover processo na Justiça, aguardar julgamento do STF sobre constitucionalidade da causa, enfim.
Por causa dessa empatia, é que me recuso veementemente as propostas umbicistas dadas por alguns blogueiros homossexuais para se viver a sexualidade. Um dia li um em que o autor se gabava da posição social e ignorava o que a sociedade dizia a respeito dele. Além do mais, num discurso que para mim no fundo era derrotista, apesar do tom de vitória, tal autor falava que preconceito sempre existiu e sempre existirá, subentendo para mim pelo menos, que nada tem para ser feito.
O equívoco de tal autor para mim foi imaginar que os que as pessoas falam pelas costas vão ficar só nas palavras e ainda por cima, pelas costas. As palavras vão repercutir ações, se não para tal autor, para outro homossexual, inclusive para os que não são supostamente perfeitos como ele, até mesmo porque, a perfeição não é uma obrigação a ninguém e as pessoas não são perfeitas. Eu não sou, o autor que lia também não - embora ele aparentemente pensasse o contrário, quem lê esse texto não é e se o inferno existisse, iria todo mundo para lá.
Boa parte dos homossexuais não são providos de capacidades morais, intelectuais, emocionais, financeiras e porque não físicas – pois a violência já foi inventada; para viverem enquanto homossexuais. Pessoas são desprezadas, jogadas para fora de casa, têm emprego recusado, são apontadas e acusadas na rua, no melhor estilo Geysi Arruda, e ainda tem gente colocando fé que a solução é elas se virarem, num discurso meritocrático, colocando a culpa no indivíduo, quando essa culpa pertence ao folclórico SISTEMA (huahuahuahuahuahua eu vou pegar você) social de construção de valores e normatizações.
Articulações políticas não é choramingo. Questiono até se essa visão de articulações políticas – como as que reclamam por RR Malafaias, Silas Macedos, Edir Soares usarem concessões públicas de televisão para disseminar preconceitos, seja contra sexualidade, seja contra outras denominações religiosas – não tem a ver com, não só a falta de cultura política dos brasileiros que muitos afirmam não termos, com o período, que não vivi ainda bem, da Ditadura Militar em que os posicionamentos políticos diferentes do status quo eram calados com violência e ideologia.
Articulações políticas para mim não é só empunhar bandeiras e reconheço muito aqueles que a elas empunham. Articulações políticas são possiveis de diversas maneiras, dos comentários sutis que desconstroem preconceitos numa fila de banco, até mesmo as minhas ações futuras enquanto docente e utópico formador humano, aos votos que todos aqui maiores de 16 anos têm direito, enfim. Não existem sexualidade apolítica e tratá-la como tal para mim é alienção, termo que para mim é uma baita duma ofensa.
Posso estar sendo esse jovem utópico na visão, principalmente dos mais experientes. Mas não me conformo com a situação em que vivo e creio que todos nós, homossexuais, devemos fazer algo, a maneira de cada, para mudar isso e não tapar o Sol com a peneira.
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Sobre as Forças Armadas
Causou polêmica as declarações proferidos pelo novo ministro – nome pomposo que só o Brasil usa para chamar os juízes das instâncias maiores – do Superior Tribunal Militar, Raymundo Nonato de Cerqueira Filho. E vai dar mais fôlego as polêmicas o endosso dado ao Cerqueira Filho vindo do presidente do clube Militar, o general da reserva Gilberto Figueiredo, e que foi publicado no G1.
O que Cerqueira disse aos nossos senadores foi que homossexuais não são bem vindos nas Forças Armadas porque os soldados não obedecem aos homossexuais. Figueiredo, por sua vez, endossou dizendo que as Forças Armadas não se preocupam com a sexualidade dos membros quando isso é algo externo, mas que os internos não respeitam aos homossexuais assumidos e eles não devem então ir para as Forças Armadas.
E daí que isso apenas repercute mais um dos vários defeitos das Forças Armadas, o mal de Gabriela (eu nasci assim, eu sou assim, eu vou ser assim, eu sou Gabriela). Isso quer dizer que para Exército, Aeronáutica e Marinha o preconceito existe e está tudo bem, porque não tem nada ser feito.
Porém não é assim que as coisas funcionam. A Sociedade Brasileira, que acha que as Forças Armadas é algo bonito e nobre, é racista, patriarcalista, machista, homofóbica, entre outras coisas. Contudo, essas características são construções sociais resultantes da ignorância e dominação cultural, mas que com políticas, entre elas as educacionais, podem ser revertidas.
Logo, não deve se tolerar que as Forças Armadas continuem com um discurso retrógrado e comodista, pois elas pertencem a um Estado que existe para servir às demandas de uma Sociedade em transformação em prol do que é mais justo a todos. Além do mais, a ideia que fazem das Forças Armadas precisa ser revista.
Primeiro, porque durante 21 anos as FA’s perseguiram pessoas nos Brasil, tirou-lhes direitos políticos, as prendeu, torturou e matou usurpando o poder e acirrando ainda mais as desigualdade sociais, e mesmo assim não foram punidas.
Segundo, por causa do incentivo que elas fazem ao alistamento militar obrigatório, que nada mais é do que o Estado tirando do invíduo, nesse caso o masculino, a propriedade sobre o próprio corpo para defender questões nada nobres, as guerras, que podem ser entendidas como resultados das disputas de egos de chefes de Estado insano e a ética capitalista das grandes corporações.
Terceiro, por causa da forma que elas tem defendido ao país como se outros Estados estivessem interessados em tirar do Brasil a Amazônia, quando a diplomacia, além de ser mais barata e elegante, será provávelmente a forma nobre com que vão tirar, se é que vão tirar ou se já não tiraram, a Amazônia pelo bem da humanidade, rica de algum país. Sem contar que as FA’s mal auxiliam na vigilância das fronteiras, deixando a critério das polícias estaduais e da Federal, que tem coisa mais importante para fazer dentro do Brasil, e até da Receita Federal, a segurança das mesmas.
Enfim, eu não gosto das Forças Armadas.